Tendências de planejamento recentes nas grandes metrópoles têm colocado as pessoas no centro das decisões urbanas. De Copenhague, na Dinamarca, a São Francisco, nos Estados Unidos, crescem os movimentos que valorizam a experiência humana e redefinem a forma de viver a cidade.
Neste contexto, as chamadas “cidades para pedestres” vão além da mobilidade: elas promovem bem-estar, sustentabilidade e novas dinâmicas de convivência, conceito que aponta para um futuro urbano mais integrado e consciente.
A seguir, você confere mais detalhes sobre esse conceito e exemplos que demonstram como o planejamento centrado nas pessoas pode transformar a dinâmica das cidades.
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